sábado, 9 de abril de 2016

Filmes espíritas

Segundo o ehow, mas em lista fica mais fácil.

O Espiritismo: De Kardec aos Dias de Hoje (Brasil, 1995)
Chico Xavier - O Filme (Brasil, 2010)
As Mães de Chico Xavier (Brasil, 2011)
Bezerra de Menezes - O Diário de um Espírito (Brasil, 2008)
Além da Vida (Estados Unidos, 2010)
O Filme dos Espíritos (Brasil, 2011)
Allan Kardec - O Educador (Brasil, 2005)
O Espiritismo: De Kardec aos Dias de Hoje (Brasil, 1995)
Nosso Lar (Brasil, 2010)
Divaldo Franco – Humanista e Médium Espírita (Brasil, 2004)
E a Vida Continua (Brasil, 2012)
Eurípedes Barsanulfo - Educador e Médium (Brasil, 2000)
O Pássaro Azul (Estados Unidos, 1940)
A Viagem (Estados Unidos, 2012)
Ghost, Do Outro Lado da Vida (Estados Unidos, 1990)

Resumo Capítulo XII – Da perfeição moral do Livro dos Espíritos

Esse capítulo trabalha a questão do desenvolvimento moral no ser humano. Os aspectos que chamaram minha atenção foram: A busca de uma vida virtuosa → o agir bem → resistir aos maus pendores (como o egoísmo e as paixões) Agir bem → sem quaisquer interesses → fazer o bem espontaneamente

No início, fazer o bem requer esforço, mas com o hábito fica cada vez mais fácil agir assim, e, quando se cria então uma disposição na alma para praticar tal bem, ou seja, quando você não faz esforço algum para realizar determinado bem, Aristóteles diz que nesse estado você pratica a virtude; pode ser virtude da caridade, do amor, da compreensão, da paciência, etc. Para fazer o bem com espontaneidade é preciso praticar.

Na Terra, a virtude não é o mais comum, mas nos mundos mais adiantados sim. Isso não quer dizer que não haja pessoas de bem. Mas como elas agem de maneira desinteressada, nós não percebemos que elas estão lá, sendo pessoas de bem. Mas é preciso que as pessoas da Terra pratiquem a caridade para transformar a Terra em um lugar onde fazer o bem não seja uma coisa difícil de se encontrar.

A prática de ações boas é muito importante. Às vezes achamos que temos determinada qualidade moral, mas quando nos submetemos a determinadas provas, não conseguimos manter a ação de acordo com aquela qualidade moral. Muitas vezes sucumbimos devido ao nosso interesse pessoal, ao nosso egoísmo.

O egoísmo é o pior vício de todos, a raiz de todos os vícios, ele nos aproxima da matéria, de nossa natureza animal, enquanto que a caridade nos aproxima da nossa natureza espiritual. Devemos, assim, aprender a governar nossas paixões na busca de nosso progresso espiritual. Para isso é preciso muito trabalho e vontade; temos que nos esforçarmos. Podemos pedir ajuda a nossos amigos espirituais quando não estamos conseguindo governar nossas paixões e agirmos em direção ao bem.

O egoísmo se contrapõe à perfeição moral, a qual precisa de justiça, amor e caridade. “O egoísmo neutraliza todas as outras qualidades”. Para tentar cortar os vícios pela raíz, é preciso trabalhar na educação moral. Temos que tentar agir sem nos focarmos no nosso ego, vendo a todos como irmãos, em mútuo auxílio e com solidariedade. Quando o espiritismo nos mostra a imensidão da realidade percebemos como nosso ego é mínimo, e como nossa personalidade não tem importância alguma para a totalidade do real. Assim, começamos a olhar para os nossos irmãos com caridade e fraternidade, e eles vão ver que tem alguém se preocupando com eles e, assim, deixarão de se preocupar consigo para preocuparem-se com os outros, em um ciclo de ações de bem.

O esforço individual é essencial para a melhora moral de nós mesmos. Precisamos trabalhar nosso ego e deixarmos de pensar em nós mesmos para pensarmos nos outros, independentemente de quaisquer interesses pessoais. Se temos um vício, só com a prática do bem poderemos deixar de realizá-lo, e isso é um trabalho que depende da nossa vontade. Podemos sempre pedir ajuda em nossas orações para nossos amigos espirituais, mas temos que ter vontade de realizar o bem, ninguém pode fazer isso por nós.